terça-feira, 7 de abril de 2009
Going to meet the Gods Mountains
Pakistan has some of the highest mountains on earth. And people keep talking to me about endless valleys in the spring time where the wind lifts huge groups of butterflies to the sky. So I should surrender myself to beauty and rest in her lap. No news for a while. I am going to meet the Gods Mountains.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
Lahore (photos)
No dia que cheguei a Lahore apareceu um encantador de serpentes no hotel com um monte de cestinhas. Saquei daí que poderia esperar qualquer coisa pela frente. (Esse aí parecido comigo sou eu mesmo)
...e então ao sair a rua vi bandos de falcões sobrevoando a cidade. Por todo lado.
O esporte e paixão nacional é o Cricket. Nenhum paquistanense atacaria um time de outro país que viesse jogar aqui, isso só afastaria as chances de que outros times viessem. O terrorismo é um problema grave que o povo enfrenta, não uma matéria ensinada nas escolas como a mídia faz parecer.Chegando ao Paquistão (photos)
Atravessei a fronteira entre Zahedan (Irã) e Taftan (Paquistão) no dia 15 de março. Meu visto iraniano expiraria nesse mesmo dia. Os portões estavam completamente "arreganhados" e se não me preocupasse em tomar uma providência, entraria no país sem nem mesmo estampar meu passaporte.
O choque não poderia ser maior. Como países vizinhos podem ser tão diferentes? A ordem neurótica de um lado e o caos absolutamente generalizado do outro.
Taftan não chega a ser uma vila. Trata-se apenas de uma praça ao redor da qual há algum comércio e onde os ônibus aguardam as pessoas que passam pela fronteira.
Não há o que fazer por lá e por isso mesmo tomei o primeiro ônibus que partia a Quetta.
Cheguei a Quetta no fim da madrugada e o pessoal da garagem generosamente me permitiu que dormisse no ônibus até que o dia amanhecesse.
Dormi demais, o trem para Karachi já partiu. As opções eram esperar um dia mais ou ir a outro canto. Lahore...resolvo.
24 horas de trem (De Quetta a Lahore)




O choque não poderia ser maior. Como países vizinhos podem ser tão diferentes? A ordem neurótica de um lado e o caos absolutamente generalizado do outro.
Taftan não chega a ser uma vila. Trata-se apenas de uma praça ao redor da qual há algum comércio e onde os ônibus aguardam as pessoas que passam pela fronteira.
Não há o que fazer por lá e por isso mesmo tomei o primeiro ônibus que partia a Quetta.
Cheguei a Quetta no fim da madrugada e o pessoal da garagem generosamente me permitiu que dormisse no ônibus até que o dia amanhecesse.
Dormi demais, o trem para Karachi já partiu. As opções eram esperar um dia mais ou ir a outro canto. Lahore...resolvo.
24 horas de trem (De Quetta a Lahore)




domingo, 1 de março de 2009
Kashan - Irã (photos)
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Esfahan - Irã (photos)
Na segunda vez que fui a Esfahan, cheguei de carona voltando de Shiraz. Ao caminhar pela praça Nagh-E-Jahan, tive a estranha sensação de estar voltando para casa.



Afresco em igreja romena. Pode-se ver claramente que há uma mulher entre os apóstolos.



Jantar no Hotel Abassi (5 estrelas). A diferença de preços não é tão grande, o que permite esbanjar de vez em quando.

Ci-o-ce Pole (33 pontes) a noite.
Hoje o nome da praça é Eman Khomeini. Muita gente (incluindo eu) ainda prefere chamá-la pelo antigo nome, Nagh-E-Jahan.
É a segunda maior praça do mundo.
Próximo ao rio, dia e noite, revoadas de enormes bandos de gaivotas.
A acústica sob a ponte Haju é excelente. Frequentemente encontra-se pessoas cantando e tocando lá.

Casa de chá e narguilê com o teto completamente coberto de fotos, lâmpadas e outras antiguidades.



Afresco em igreja romena. Pode-se ver claramente que há uma mulher entre os apóstolos.


Jantar no Hotel Abassi (5 estrelas). A diferença de preços não é tão grande, o que permite esbanjar de vez em quando.
Ci-o-ce Pole (33 pontes) a noite.
Hoje o nome da praça é Eman Khomeini. Muita gente (incluindo eu) ainda prefere chamá-la pelo antigo nome, Nagh-E-Jahan.
É a segunda maior praça do mundo.
Próximo ao rio, dia e noite, revoadas de enormes bandos de gaivotas.
A acústica sob a ponte Haju é excelente. Frequentemente encontra-se pessoas cantando e tocando lá.
Casa de chá e narguilê com o teto completamente coberto de fotos, lâmpadas e outras antiguidades.
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